sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A poesia em mim


A poesia renasceu em mim e com ela sou Leônidas e mais 299 Espartanos.



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Filme inesquecivel pela força, coletividade, maestria na luta contra o imperio Persa.

Onde estou?


Atrás das sombras da noite;
Entre arbustos do pântano e seus segredos medonhos.
Entre as nádegas de um viver minguado, chorado, cansado.
Se sou forte? Devo ser, devo agüentar
Alguns judeus resistiram à paranóia de um alucinado
Pela miscigenação.
Robson Crusoé venceu a desolação num mundo diferente do seu
Hiroxima mesmo com algumas seqüelas conseguiu resistir à destruição atômica.

Quanto a mim não sei se posso com a desolação, estou tentando.
Numa galáxia fora da substancialidade imprensada entre um pilar e outro
De uma construção abandonada sobre a colina de pedras soltas.
Cambaleando na linha do Equador ou numa parábola longa
De todo os dias ter que renascer.

Estou dormindo nos braços da discrição envolvido como o travesseiro
Em sua fronha, clandestino em um navio cargueiro rumo a lugar nenhum.
Nas bordas do vento,
No socialismo displicente de Cuba;
Na proeza dos africanos colhendo grãos escassos de felicidade sofrendo
Os repúdios do exterior.
Na magia dos aborígenes cravados na Austrália manto vivo encantado
Pela força sobrenatural do seu povo.
Entre guerreiros desta terra morta, Ava – canoeiros invisíveis como eu
Sofrendo contra a extinção de sua espécie. De uma tribo extremamente grande
Sobraram vinte apenas, das historias sobraram varias, dos sonhos nenhum,
Dos desejos tão pouco e do viver? Apenas o restante que sobrou já abusado.

Estou na sede insaciável do mandacaru e do nordeste inteiro;
No lado vazio da ampulheta;
Na parte amarga do não ter.
No entanto, confesso que queria esta nas asas de uma borboleta;
No abismo do sem fim;
No deserto do universo;
No ofuscar de qualquer vaga-lume.
Mas a única empáfia no circulo a me devorar é o orgulho
Insano de querer ser o que não sou.

Onde posso esta? Já sei!
No funeral da divina loucura que me tem como escravo.
Na fatia mofada do prazer renegado pelo fato de não ter o motivo concreto do existir.
Na literatura ultrapassada, empoeirada, desengajada de amar;
Na uniformidade de sofrer com o concretismo da solidão acoplada ao tédio.

Para quem me procura
Não quero ver ninguém.
Se for poeta
Estarei no abismo do sem fim.
Se for amigo
Estarei à deriva de mim mesmo
Entre o ser e não ser.
Se for família
Estarei no resultado
Da divisão de um numero qualquer por zero.

Esperança



Te-la vinte e quatro
Horas ao dia.
Te-la no calibre
De cada utopia.

Viver camuflado
Escondendo a filosofia
É valido, mas nunca
Acolher a melancolia.

Acordar com ela sendo o sol,
Com ela no bocejar
E no abrir os olhos
Vê-la se espreguiçar.

Fazer dela um paiol
Explodi-la sobre todos
Os pensamentos agouros
De ilusões que chegam a flutuar.

Te-la a cada momento
Presentido e renascido.
Te-la trinta dias ao mês
365 dias ao ano vivido.

Remove-la dos mistérios
Negativos da vida
Deixá-la em um canto
Grande preferido.

Fluindo a cada renascer
Suprindo todos os prazeres
Do que é ser
Intenso e liberto.

Do quando saber
Surgir com o novo
Aberto a cada alvorecer
Proporcionando o certo.

Deixa-a mostrar
Toda ebulição
De sonho em verdade
De desejo em felicidade.

É melífluo corrente
Formado desde o nascer
Preso ao nosso inconsciente
Pronto para nos fortalecer.

Logo cedo


Acordei cedo
A manha inda dormia meio escuro
Minha boca amarga da noite curta
Sinto vontade de fazer um poema
Poema curto como a noite passada
Tomo um café de queimar a língua
Comendo um pão dormido
O sol entra pelas frestas do telhado
Bate nos meus olhos e volta.
Ligo a TV, assisto o primeiro jornal
- uma frente fria vinda do pacifico
Ocasionara mudança no clima
Da cidade esta tarde.
Nessa hora já volto pra cama
E durmo profundamente.

Pensamento


Para os hipócritas de terno
E gravata, serei a água
do poço mais profundo
que todo infeliz deseja
com intenção de matar a sede.

Sobre tudo







Irei alem do homem,
Passarei por cima de tanques
De guerras, derrubarei aviões,
Destruirei montanhas em busca
Das verdades absolutas.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Poesia (Dueto agraciado com a presença de uma Estrela LANA PARKER)


Nasce como uma rajada de vento glacial
Sufocando pensamentos com intenso frenesi
É majestosa como a vida é simplesmente genial
É intuitiva e com ela os sonhadores vêm a fremir.

Resgata pensamentos adormecidos
Remete a um passado sempre vivo
Atravessa muros e até mesmo o tempo
Mais que palavras, puro sentimento.

Miolo colossal, ardente, infinito, apetitivo
É distração, é prazer é oficio de uma inspiração
Grandeza na extremidade de um poeta ativo.

Versos exprimem amor, até mesmo dor
O que a boca não diz, diz o poema
Para a alma anestesia, para os outros poesia.


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Tive o prazer de compartilhar este poema com a Lana Parker quero dedicar o quarteto primeiro e o terceto também primeiro a ela, ela que com palavras doces alimentou o poema, deixou encantado o poema como o encanto de qualquer mulher. A poesia compartilhada une pensamentos, idéias, manifestações diferentes, a poesia é tudo nesta vida.

Serra encantada


Subir a serra adoração dos meus grandes olhos
La de cima a baixada santista recém neblinada
Entre relevos inclinados, rios e montanhas
Ligando-se a formar o infinito circulo de concreto.

O porto devora metade do espaço urbano
Os navios atracam de mancinho na baia
Subir a serra adoração dos meus grandes olhos
La de cima a baixada santista recém neblinada.

No alto da serra a rodovia que liga baixada a São Paulo
Da voltas e mais voltas em torno da espalhada serra
Esverdeada e movimentada pelo transito cargueiro
Modal da esfera portuária ligando o industrial
Subir a serra adoração dos meus grandes olhos.


São Vicente, 3 de setembro de 2009

sábado, 21 de novembro de 2009

Operação contra os insanos


Vou por em pratica minha operação
Não será a operação Valquíria falhada
Posto que Hitler com sua árdua ação
Exterminadora não me interessa de nada.

Vou por em pratica o plano de aprimoração
Das idéias acumuladas pela insubordinada
Rebeldia medrosa de não mostrar a nação
Como arrancar a força que se encontra acanhada

Dentro do poço fundo da memória reprogamável.
Somos maquinas manipuladas por forças contrarias
A lucidez imediata das razões, sentimentos e ações.

A todo tipo de manipulação indevida e deplorável
Serei contrario derrubando se for preciso infantarias
Para exterminar os vermes e suas customizações.
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Soneto inspirado no filme OPERAÇÃO VALQUIRIA que é extraordianrio, emocionante e que aborda o contexto segunda guerra mundial de HITLER o homem mais dificil de matar da guerra, nem mesmo a operação valquiria foi capaz. Filme muto interessante aquele que assistir estara conhecendo uma segunda guerra assustadora enre HITLER e a CONSPIRAÇÃO para tentar mata-lo.

domingo, 15 de novembro de 2009

A arte que vem dos gramados (Dueto) Jânio Lima e Lana Parker


Paixão que começa na infância
E segue por toda uma vida
Genialidade, sorte e maestria
Lances rápidos que causam euforia.


Arte agraciada diariamente com sede e ancia
inovação inventada a cada auge de uma partida
êxtase purificado com extremas gritarias
zombarias, animações, loucuras e analogias.

Choro e riso contido
Um lado se cala, enquanto o outro vibra
Não basta olhar, tem que viver a partida.

Não basta apenas gritar,
Não basta apenas vestir a camisa
Tem que ser apaixonado ate morrer.

Uma borboleta


Uma borboleta me encantou
Dessas dos canteiros jardinais
Que em minha visão pousou
Como incríveis mananciais.

E ela sobre a rosa não voou
Não saiu dos vastos jasminais
Entre o perfume discreto parou
Parou e não saiu jamais.

E essa invertebrada espécie
Que no ambiente propicio
É bela, majestosa, natural.

Chega a nutrir minha superfície
Magra de beleza e todo principio
Existente em minha forma estrutural.



Estrela de um céu distante


As montanhas moveram-se
E uma luz ofuscou continuamente
E iluminou dez mil quilometro
E essa luz era uma estrela luzente
Entre o horizonte e a galáxia mais próxima.

Em direção ao brilho da estrela
Que ofusca em noites infinitas
A pedra deslocou-se precocemente
Pelas madrugadas frias de insônia
Percorrendo sonhos de longa distância.

A pedra entre o mar e as montanhas
Iludida a cada nascer da noite
A estrela entre o sol e o universo
Admirada por toda euforia espacial.
Estendida nos sonhos da pedra solta.

A pedra idônea e descompassada.
A pedra que quase não sente mais nada
A pedra da busca incontrolável
Pela estrela que faz mover montanhas.
E no oceano faz reboliço,
No universo faz chover encanto.

A estrela do olhar com toque de mistério
De rosto simples com um tom suave
De cabelos curtos e um sorriso memorável.
A pedra indestrutível em seu canto mudo,
Martela pelas vontades inalcançáveis,
De desejos naufragados pela distância.

A pedra avistou uma luz brilhando forte.


Lana Parker

O que tenho a dizer sobre suas maravilhosas visitas em meu email, recanto das letras e Orkut
É simplesmente isso:

Que suas visitas não sejam imortais posto que a distância
É esquecimento, mas que sejam infinitas enquanto dure.